A invenção da impressão, em 1540, deu início a Era da Informação que, por sua vez, se desdobrou em três dinâmicas sociais que moldaram a nossa sociedade atual: pré-industrial, industrial e pós-industrial. Cada um desses momentos marcados pelas maiores inovações de ruptura da História Humana: a Máquina à Vapor, a Escola Pública e a World Wide Web. Neste momento, em que acumulamos um volume de riquezas inédito, estamos em um momento de estagnação econômica, como na Renascença, mas abertos a uma nova Era de Descobertas (A New Age of Discovery de Ian Goldwin).
Esta condição, única, desconfortável e de conflitos é passageira e irá durar enquanto as organizações e, sobretudo, seus gestores se negaram a entender que toda a evolução representada pela Era da Informação transformou a tradicional economia de atrito (viscosa), primeiro, em um mercado fluído e, depois, em superfluído. Ou seja, onde os pontos de fricção estão de forma escalar sendo eliminados pela Fusão Físico & Digital dos processos de negócio.
O surgimento dos Mercados Superfluídos foi habilitado pelas principais tecnologias de Indústria 4.0 (último ciclo da Revolução Industrial): IoT, 3D Printing, AI & Blockchain; e trouxe à tona Novos Modelos Econômicos de Ruptura.
Esses modelos são, em um primeiro nível, as chamadas Economias do Compartilhamento, da Colaboração e da Demanda. Conectadas por seus modelos secundários: GIG, Freelance, PEER, Plataform, Crowd e Acesso. A figura Modelos Econômicos Habilitados pelos Mercados Superfluídos ilustra, de forma esquemática, esse alinhamento.

Modelos Econômicos Habilitados pelos Mercados Superfluídos.


Nosso Propósito, como indivíduos e organização está completamente vinculado ao conceito de Economia Colaborativa, ou o modelo econômico que tem como foco o desenvolvimento de formas colaborativas de consumo, produção, finanças e aprendizagem.
Mas sabemos que a Economia Colaborativa não existe sem a interação com os outros dois modelos econômicos fundamentais habilitados pelos mercados superfluídos: Compartilhamento e Digital.
Na direção da Economia Digital trabalhamos na construção de caminhos de solução específicos para a efetiva fusão físico e digital de negócios.
No outro horizonte, da Economia do Compartilhamento, em ações coordenadas para o desenvolvimento contínuo de profissionais independentes e capazes de interagir positivamente em ambientes das mais diversas configurações: humana, de negócios e de tecnologia.
Nesse sentido, toda nossa conduta de atuação se desenvolve sob o principal paradigma da Economia Circular: garantir por design, ou concepção, a manutenção de valor de todos os recursos utilizados na produção de commodities, bens, ou serviços pelo maior tempo possível e, quando não, facilitar a sua restauração, ou regeneração.
Em nosso modo de pensar:
Garantir por design, e não mais por acaso, o valor de tudo aquilo que fazemos e dos indivíduos que trabalhamos.

 

Essa é nossa Conduta.